A felicidade carece de verdade
Verdade pura, sem dó ou vaidade
Vaidade sem virtude como espelho
Espelho, quem és tu que me vejo?
Vejo além de mim mesmo, vejo vazio
Vazio como um dia que ninguém viu
Mas vi sim, florescer tu, margarida
Ergue-se, intrépida, perante a vida
Vi da nuvem que estava, surgires
Sugerindo ao menor toque fugires
Mas fui em meus braços acolher-te
Teu cheiro, teus olhos, teu verde
Pra ver de novo jardins repletos
Repletos de relva, terras férteis
Fernanda, meu coração sempre anda
nas margens do rio onde cresces
CIX
Comentários
06/06/2009
Lindo! como todos! :D
Maíra Munaretto sobre o CVI
29/05/2009
UAU!
ME APRESENTA ESSE POETA,
CASO COM ELE NA HORA!
FERNANDA RAFAELA sobre o CIV
22/05/2009
Esse tempo é mesmo um brincante
Cão Babão sobre o CII
Quem
"Sou por acaso meu próprio destino."
Fabiano Marinho, analista de sistemas, designer e poeta nas horas vagas. Casado e pai de uma gata chamada “Catita”, mora em Manaus, onde tenta, sem sucesso, fugir do calor.
Fotos dos poemas retiradas de www.deviantart.com e www.sxc.hu. Todos os direitos reservados aos seus respectivos donos.

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